Vereadora Maria Letícia apresenta "Educação que Protege" à Sec. de Educação



A vereadora Maria Leticia Fagundes (PV) se reuniu com a secretária municipal de Educação, Maria Silvia Bacila Winkeler, e reforçou a necessidade de implantação da lei nº 15.025, de sua autoria, conhecida como “Educação que Protege”.  “Certamente essas crianças estarão mais seguras, elas precisam de nosso cuidado, de nossa proteção”, disse Maria Leticia, que é médica legista e atende vítimas de violência no Instituto Médico Legal do Paraná (IML-PR).


A ideia, a qual já era conhecida pela secretária, foi muito bem recebida. “Tudo que for para promover a infância, nós apoiamos e repudiamos toda forma de violência”, destacou a Maria Silvia.


No encontro, a parlamentar também apresentou o programa “Angelino”, de prevenção a acidentes com crianças. Trata-se de um personagem angelical que alerta sobre os acidentes frequentes e muitas vezes fatais, os quais podem acontecer na primeira infância. A secretária se interessou pela relevância do programa e agendou um novo encontro para a próxima semana.


Antes de se despedir, a vereadora Maria Leticia convidou a secretária para participar da “Audiência Pública sobre o diagnóstico da Política sobre Drogas no Município de Curitiba”, confirmada para o dia 30 de agosto de 2017, às 14h, na Câmara Municipal. O evento deve reunir representantes do Ministério Público, e das pastas de Saúde, Defesa Social e Educação de Curitiba.


A secretária aproveitou o assunto e apresentou rapidamente à Maria Leticia o programa #TamoJunto, desenvolvido nas escolas municipais, com ações de prevenção ao uso de tabaco, álcool e outras drogas entre adolescentes. “Estamos falando de amor à vida”, concluiu a secretária.

"Educação que Protege"

Maria Leticia é autora da lei 15.025/2017, conhecida como “Educação que Protege” e determina prioridade na matrícula escolar para crianças em situação de violência doméstica. A regra vale em creches e escolas municipais - inclusive as conveniadas -, para crianças agredidas ou que sejam filhas de pessoas que sofreram violência doméstica de natureza física ou sexual.